segunda-feira, 31 de março de 2008

PEARL JAM "Immagine In Cornice"

O Pearl Jam já lançou vários registros de suas apresentações e seu quarto DVD, "Immagine in Cornice", é seu melhor documento em vídeo. Dirigido por Danny Clinch (de Ben Harper e Foo Fighters), o material é narrado a partir de colagens de vários shows, com imagens captadas em formatos diferentes, de super-8 à câmera de alta definição.

No roteiro do DVD, constam músicas de várias fases da banda, como "Porch", "Corduroy", "State of Love and Trust", "Comatose", "Life Wasted", "World Wide Suicide", "Severed Hand" e "Blood", entre outras.

domingo, 30 de março de 2008

Amigos homenageiam Cazuza com DVD e show

A vida veloz e cortante como um raio. Um relâmpago de poesia que iluminou a música brasileira pelas janelas escancaradas do rock. Vivendo cada minuto de seus 32 anos no planeta, Cazuza cantou como ninguém a dor e a delícia de sua geração. Pois aquele garoto que ia mudar o mundo, desejando todo amor que houvesse na vida, completaria 50 anos na próxima sexta-feira, 4 de abril.

Entre as homenagens ao compositor, morto em 1990, vítima da aids, será lançado um DVD com imagens inéditas. Além disso, um show reunirá Caetano Veloso, Sandra de Sá e Ney Matogrosso, entre outros amigos e parceiros que se emocionaram em depoimentos.

Doido, amoroso, explosivo ou doce. Os adjetivos transbordaram sobre um consenso, espelhado na cadeira vazia que permanece intocada no acervo do compositor: Cazuza é insubstituível. "Quem não o conheceu de perto não tem a noção do tamanho de seu coração. Cuidava de mim, e um dia derrubou com um tapa o copo de uísque que me ofereceram na gravidez. Ele ficou marcado como doidão porque ser verdadeiro é f...", afirma Sandra de Sá.

Uma das melhores amigas de Cazuza, padrinho de seu filho, a cantora aparece em duas fotos na cortiça do cantor, preservada no acervo que está aberto a visitas marcadas na Sociedade Viva Cazuza.

Outro que figurava na parede sobre a máquina de escrever 'Olivetti Lettera 82' do poeta, ex-namorado e grande amigo, Ney Matogrosso incluiu duas canções de Cazuza em seu disco recém-lançado - O Tempo Não Pára e Por Que a Gente É Assim - e garantiu presença no grande show que está sendo acertado para o início de maio.

"Lembro de Cazuza na intimidade, na cozinha de minha casa: doidão e no extremo oposto da imagem de arruaceiro. Tinha um lado muito doce que não revelava. Acreditava que isso seria sinal de fraqueza, mas não era", diz Ney.

O intérprete foi um dos responsáveis pelo estouro do Barão Vermelho ao gravar, em 1983, Pro Dia Nascer Feliz, hino de Cazuza e Roberto Frejat - já defi nidos como 'Mick Jagger e Keith Richards do rock nacional'. Foi com o rock do Barão que Cazuza encontrou sua tribo e descobriu que as poesias que escrevia desde menino poderiam ser letras de música.

"Com certeza ainda estaríamos compondo muito. A química da parceria até hoje me surpreende, foi um desses presentes que o destino nos reserva. Depois que ele saiu do Barão, nos encontramos procurando de novo aquela combinação e fizemos coisas como Ideologia, para mim o melhor disco dele", afirma Frejat, 45 anos. "Cazuza faz muita falta, para redigir e articular esses novos tempos difíceis, a hipocrisia das pessoas", completa.

E o baterista Guto Goffi, 45, fundador do Barão e parceiro de Cazuza em canções como Vem Comigo, acrescenta: "Foi a primeira vez que o rock brasileiro falou 'é', em vez de 'yeah'. Ele fazia poesia de navalha".

Também parceiro na música citada e integrante da primeira formação da banda, o baixista Dé, 41, define: "Cazuza conversava com o mendigo e com o 'jet set', era um catalizador. Misturava champanhe com traçado, mortadela com caviar". Foi com o amigo e Bebel Gilberto que Dé compôs Eu Preciso Dizer Que Te Amo, pérola do popromântico brasileiro.

A cantora Ângela Ro Ro, grande companheira de boemia e eventuais escândalos, lembra a convivência com o amigo e ressalta a coragem demonstrada por ele quando tornou-se o primeiro artista a assumir publicamente a aids.

"Estávamos no Baixo Gávea quando passou a (atriz) Arlete Salles. Ele se jogou no chão a seus pés e começou a falar poesias. Foi a única pessoa que conseguiu me deixar constrangida. Botava a bunda de fora na janela do carro, eu me sentia careta", conta Ângela. "Mas me deu motivos maiores de espanto quando tomou as rédeas de sua vida e demonstrou coragem rara num combate onde não existia vitória, contra o vírus da Aids. Acho que hoje ele seria um grande portavoz político e ético. Uma pessoa a quem poderíamos confi ar grandes tarefas", afi rma a cantora.

E o cantor Léo Jaime, que em 1981 indicou Cazuza aos meninos do Barão Vermelho, que procuravam um vocalista, testemunha: "Ele era ator no Parque Lage, mas não falava para ninguém de seus escritos. Um dia me pediu segredo e mostrou Down Em Mim no violão. Fiquei chapado, sua primeira música já era uma obra-prima", recorda Léo. "Se for pensar, era um letrista de samba-canção, de sambas tristes. Com ele não era dor, era fratura exposta de cotovelo", diz.

Diretor do tal grupo em que Cazuza fazia teatro e cantarolava antes do Barão, o produtor Perfeito Fortuna conviveu com o poeta numa época em que ele buscava encontrar seus rumos. "Cazuza tinha espasmos de genialidade, extrapolava e contagiava a todos nós. Era de uma sensibilidade mediúnica. Hoje penso que deveria baixar um preto velho, algo assim. Uma manifestação muito poderosa, que não dura para sempre. Como um trovão na floresta", diz Perfeito.

E foi mergulhando nesse universo que o ator Daniel de Oliveira, 30 anos, o Henrique da novela Desejo Proibido, transformou-se no ídolo com atuação premiada no fi lme Cazuza - O Tempo Não Pára (2004).

"Cazuza me nutriu muito com música, poesia e literatura. O universo 'beatnik' e a música de Hendrix e Joplin. Ele me deixou essa gana de aproveitar as coisas ao máximo, sempre", afirma Daniel.

Especialistas dos EUA encontram mais antiga gravação de voz

Historiadores dos registros sonoros norte-americano localizaram e conseguiram executar a gravação de uma canção folclórica realizada por um inventor francês em 1860 --a mais antiga gravação de som conhecida, realizada 17 anos antes de Thomas Edison inventar o fonógrafo.

"É mágica", disse David Giovannoni, um dos historiadores, na quinta-feira. "Como ouvir um fantasma cantando."

Com duração de 10 segundos, a gravação mostra uma pessoa cantando "au clair de la lune, Pierrot repondit" ("à luz da Lua, Pierrô respondeu"), parte de uma canção francesa, de acordo com o First Sounds, um grupo de historiadores do registro sonoro, engenheiros de gravação, arquivistas de áudio e outros profissionais dedicados a preservar as mais antigas gravações sonoras humanas.
A gravação foi realizada em 9 de abril de 1860 pelo inventor parisiense Edouard-Leon Scott de Martinville, em um aparelho que ele chamou de "fonautógrafo", que gravava ondas sonoras em uma folha de papel escurecida pela fumaça de uma lâmpada a óleo, disse Giovannoni.

O pesquisador disse ter sido informado em 1º de março sobre a existência do registro, em um arquivo de Paris, e viajou à capital francesa uma semana mais tarde. Especialistas que trabalham com o grupo First Sounds então transformaram as ondas registradas no papel em sinais sonoros.

"Isso é importante em tantos níveis diferentes," disse Giovannoni em entrevista telefônica. "Não reduz de maneira alguma as realizações de Thomas Edison. Ele continua a receber crédito como a primeira pessoa a ter registrado sons por meios mecânicos."

"Mas a verdade é que ele foi a primeira pessoa a registrar som e conseguir reproduzi-lo. Havia muita gente trabalhando em projetos semelhantes ao de Scott, entre as quais Alexander Graham Bell, que realizou experiência com representações visuais do som antes que Edison inventasse um método de reproduzir os sons registrados", disse Giovannoni.

A gravação será apresentada na sexta-feira em uma conferência da Association for Recorded Sound Collections, na Stanford University, Califórnia, disse Giovannoni. A gravação pode ser ouvida em
http://www.firstsounds.org/sounds/index.php

Por Will Dunham
WASHINGTON (Reuters)

sábado, 29 de março de 2008

É hoje.....


'Voltou a censura?', reclama dono da Furacão 2000

A equipe de som Furacão 2000 vai recorrer da decisão da Justiça que multa a produtora em R$ 500 mil pelo lançamento da música "Um Tapinha Não Dói", hit do funk.

Segundo a juíza responsável, a música banaliza a violência contra a mulher, transmite uma visão preconceituosa contra a imagem da mesma, além de dividir as mulheres em boas ou más conforme sua conduta sexual.

“Voltou à censura?”, questiona Rômulo Costa, dono da Furacão, que não acha justa a decisão.

"Acho injusto. Isso é cercear a nossa liberdade, não poder colocar as pessoas para cantar. É um precedente muito sério”, reclama ele, que diz ainda que não tem condições financeiras de pagar a multa.

“Com juros e correção, o valor pode chegar a quase R$ 1 milhão. Não teríamos condições de arcar com isso. Se tivesse esse dinheiro, parava de trabalhar”, ironiza.

A ação na Justiça
A ação foi ajuizada em 2003, pelo Ministério Público Federal e pela Themis – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero.

Na época, o então procurador Regional dos Direitos do Cidadão Paulo Gilberto Cogo Leivas afirmou que "esse tipo de música ofende não só a dignidade das mulheres que comportam-se de acordo com o descrito em suas letras, mas toda e qualquer mulher, por incentivar à violência, tornarem-na justificável e reproduzirem o estigma de inferioridade ou subordinação em relação ao homem".

Conforme decisão do juiz substituto Adriano Vitalino dos Santos, da 7ª Vara Federal de Porto Alegre, o valor da multa será revertido em favor do Fundo Federal de Defesa dos Direitos, conforme estabelecido em lei. A quantia deverá ser monetariamente atualizada, acrescida de juros.

CHRISTINA AGUILERA "Back to Basics: Live and Down Under"

O DVD "Christina Aguilera - Back to Basics: Live and Down Under" registra dois shows da premiada cantora e compositora norte-americana, realizados em 2007, em Sydney, Austrália.

O material destaca o profissionalismo e sensualidade da artista, repleto de troca de figurinos, coreografias dinâmicas, telão de alta definição ao fundo do palco e pernas de fora. Pois como a própria Aguilera se assume uma "artista visual", sua música corresponde apenas a 10% de sua arte final.

No repertório, constam 18 canções, boa parte delas oriundas do álbum "Back to Basics" (2006), no qual Aguilera evidencia os metais e a black music de seus arranjos. Estão lá a romântica "Hurt", a melosa "Oh Mother", "Lady Marmelade" (tema da trilha sonora do filme "Moulin Rouge")e a animada "Dirrty". O bis traz clipe de agradecimento mútuo entre cantora e público e mais duas músicas: "Beautiful" e "Fighter".

Fechando o pacote, uma série de entrevistas com músicos, dançarinos e colaboradores do show e com a própria Aguilera. A lamentar, a falta de legendas nas entrevistas em inglês

quinta-feira, 27 de março de 2008

The Rolling Stones - Start Me Up

Sábado tem "Som do Carrasco X"
No espaço Massicas
Essa também vai rolar


Cidade "perdoa" Rolling Stones, depois de bani-los por 44 anos

Eles tocaram para platéias lotadas no mundo inteiro, menos em um lugar: a cidade de Blackpool, no Reino Unido. Pelo menos até agora.

Depois de serem banidos da cidade por quase meio século, os Rolling Stones estão liberados para tocar lá novamente, informou o conselho local na quinta-feira.

O banimento foi imposto em 1964, depois de uma briga em um dos primeiros shows da banda, no Empress Ballroom.

Lustres foram quebrados, assentos destruídos e um piano Steinway, danificado, depois que uma das 7 mil pessoas da platéia teria dado uma bofetada no guitarrista Brian Jones.

Mas agora o conselho escreveu ao grupo, dizendo que tudo está perdoado.

"Se eles nos perdoarem, nós os perdoaremos", disse à Reuters na quinta-feira o líder do conselho, Peter Callow.

"O banimento está oficialmente suspenso e eu adoraria vê-los tocar em Blackpool. Nada me deixaria mais satisfeito."

A banda não fez nenhum comentário imediato.

LONDRES (Reuters) (Reportagem de Andrew Hough)

Empresa dará refrigerante de graça se Guns N' Roses lançar disco

Banda vem adiando lançamento de "Chinese democracy" há 18 anos.Apenas dois ex-membros do grupo ficariam fora da "promoção".

Se lançado neste ano, o trabalho será o primeiro da banda (que tem apenas o vocalista Axl Rose como membro original) em 18 anos - o disco de covers "The spaghetti incident", de 1993, foi o último registro do Guns 'N Roses.

Segundo o departamento de marketing da Dr Pepper, "foi necessário um pouco de paciência para tornar perfeita a mistura de 23 ingredientes, que se tornaram conhecidos e amados por nossos fãs". Diz o diretor Jaxie Alt: "Assim, nós entendemos completamente a busca de Axl pela perfeição". Um blog foi lançado em conjunto com a campanha.

Segundo o site da revista "Billboard", a gravadora do Guns N' Roses, a Interscope, foi procurada, mas não emitiu opinião a respeito da iniciativa. Axl Rose já teria gastado US$ 13 milhões durante as gravações de "Chinese democracy".

quarta-feira, 26 de março de 2008

Bob Dylan, The Police e Franz Ferdinand no Rock in Rio de Madri

O festival Rock in Rio de Madri, que acontecerá entre o fim de junho e o início de julho, terá como estrelas o cantor americano Bob Dylan, o grupo The Police, que passaram recentemente pelo Brasil, e o cantor Lenny Kravitz, anunciaram os organizadores.

Dylan vai se apresentar no palco "Mundo", um dos três do festival, na mesma noite que terá o grupo escocês Franz Ferdinand e o americano Lenny Kravitz.
Outros artistas importantes do festival são Alanis Morissette, Jack Johnson, Neil Young, Amy Winehouse, Jamiroquai e Shakira.

O evento acontecerá em Arganda del Rey, uma cidade de 50.000 habitantes, a 20 km de Madri.

O Rock in Rio teve três edições no Rio de Janeiro, em 1985, 1991 e 2001, antes de chegar a Lisboa em 2004.

A capital portuguesa voltou a receber o festival em 2006 e este ano será novamente sede, ao lado de Madri.

terça-feira, 25 de março de 2008

Mark Knopfler & Eric Clapton - Sultan of Swing

Essa com certeza vai rolar no Som do Carrasco X
Viaje nessas guitarras mágicas de Mark Knopfler & Eric Clapton


Sábado tem Carrasco X

Sábado tem som do Carrasco
Onde: Espaço Massicas
Quando: 29/Março/2008
Quem agita a pista: D.J. David

Famoso campeonato mundial de DJs terá festa de abertura em SP

Quem pensa que o toca-discos e o sampler são meros equipamentos de som precisa conferir a performance de DJs como o nova-iorquino Roc Raida, que se apresenta nesta terça (25) na abertura do DMC World DJ Championship, no clube Clash, em São Paulo. O mais famoso torneio internacional de DJs, organizado há 25 anos, ganha etapa classificatória no Brasil em 2008.

A competição, responsável por revelar nomes de talento como Cash Money, Q-Bert e Scratch Perverts, terá quatro eliminatórias brasileiras que acontecem até o mês de julho em São Paulo, Goiânia, Curitiba, e Recife. A final nacional acontece em agosto, e quem for consagrado campeão brasileiro ganha uma viagem a Londres para participar da grande final internacional. A disputa acontece entre os melhores DJs de mais de 25 países, em setembro.

Considerado um dos melhores na arte do "turntablism" – técnica de manipulação das picapes – Roc Raida ganhou até fama de exibicionista. Pudera: com apenas 10 anos de idade, já se aventurava a extrair sons dos toca-discos, produzindo scratches (técnica de pressionar a agulha contra o disco de vinil) e criando novas composições a partir da colagem de samples (trechos de músicas).

Sua primeira inspiração foi o próprio pai, que trabalhava na pioneira Sugar Hill Records, responsável pelos lançamentos de Grand Master Flash, The Mean Machine, Sugar Hill Gang, entre outros. Raida entrou para o grupo X-Men, que mais tarde passou a se chamar X-Ecutioners. O grupo era especialista na arte do turntablism e construiu sua reputação com o beat-juggling, manipulação de dois ou mais samples criando uma composição única.

A festa terá também performances do DJ Pogo, inglês premiado internacionalmente e diretor do DMC Brasil, além dos DJ residentes Primo, Zegon e Dubstrong. Quem faz as honras da casa é o MC paulistano Kamau.

Inscrições abertas

As inscrições para DMC DJ Championship Brasil 2008 (www.thedmcbrasil.com) já estão abertas e devem ser feitas até o dia 8 de junho. Para se inscrever nesta etapa do DMC Word DJ Championship é necessário ter nacionalidade brasileira e portar passaporte.

Cada artista deve enviar um vídeo de três minutos com sua performance por e-mail. (
thedmcbrasil@gmail.com) Faturar o título de campeão mundial DMC pode render ainda duas picapes e um mixer Technics Golden, uma agulha com um diamante na ponta e US$ 10 mil.

As aventuras da Blitz chegam às estantes

Abre-alas do rock nacional dos anos 80, a Blitz nunca teve sua história esmiuçada, ao contrário de grupos posteriores como Paralamas do Sucesso e Titãs. Agora, o grupo de Evandro Mesquita - que continua na ativa, lançou recentemente o DVD Blitz ao vivo e a cores (Performance Be) e tem boa agenda de shows, muitos deles em eventos fechados - tem sua trajetória contada em As aventuras da Blitz, que a Ediouro está programando para agosto.

O autor é o jornalista Rodrigo Rodrigues, conhecido por apresentar o programa jovem Vitrine, da TV Cultura. Rodrigues, 32 anos, é fã da banda desde a infância e a viu ao vivo durante a minitemporada na Praça da Apoteose, em setembro de 1984 - que gerou um especial para a Rede Globo, Blitz contra o gênio do mal. Ele enfatiza que resgatou o nome do primeiro álbum da Blitz para seu livro, por ser o melhor para definir a história do grupo.

- A Blitz fez uma espécie de test drive da beatlemania brasileira pós-jovem guarda. O boom de cultura pop veio depois deles. Expressões como "ok, você venceu" e "calma, Beth" foram popularizadas por eles e são usadas até hoje - diz Rodrigo, lembrando que a Blitz teve músicas em novelas, álbum de figurinhas, inspirou grife de jeans e, por pouco, não protagonizou um filme, que seria dirigido por Murilo Salles em 1984. - Não deu certo porque o clima na banda estava ruim e o Murilo não tinha dinheiro. Parte desse material foi aproveitado pelo Fantástico num clipe alternativo de Você não soube me amar, feito em película.

Quando o rock nacional dos anos 80 se iniciava - com bandas como Kid Abelha e Barão Vermelho - a maior fatia do sucesso cabia à Blitz, uma banda que vendeu cerca de um milhão de cópias do primeiro single, com a divertida Você não soube me amar (EMI, 1982) e quase bisou tal marca na seqüência, com o primeiro LP, As aventuras... Rodrigo gravou um depoimento de Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, afirmando que, para a primeira versão do festival, em 1985, pensou em apenas um grupo nacional com peso para encarar a cidade do rock. Era a Blitz, que, além de Evandro, tinha as vocalistas Fernanda Abreu e Márcia Bulcão, o guitarrista Ricardo Barreto (parceiro de Evandro em quase todo o repertório), o tecladista Billy Forghieri, o baixista Antonio Pedro e o baterista Juba (que substituiu Lobão, músico convidado no primeiro LP).

- Não tinha para ninguém. Os Paralamas, que depois venderiam muitos discos, foram escalados porque ficavam ligando para a produção do festival.
Historicamente, muitos se referem à Blitz como o primeiro grupo verdadeiramente de rock nacional pós-anos 70, isolando bandas como A Cor do Som e 14 Bis. Rodrigo viu que não era bem isso.

- Mariozinho Rocha, que lançou a Blitz na EMI, diz que a banda não era só rock. E não era, porque tinha reggae, pop, tudo. A diferença foi o fato de a Blitz ter sido o primeiro grupo dessa época a mirar o jovem como público - diz, ressaltando outras conexões. - O 14 Bis fez propaganda da Blitz para a EMI. E Cleberson Horsth, tecladista do Roupa Nova, regeu o coral de Você não soube me amar, sem ser creditado.

Evandro Mesquita confirma que a banda encontrou terreno favorável no proto-pop nacional.

- Fiz uma música, Alto astral, com A Cor do Som no disco Mudança de estação (1981). Eles eram nossos amigos e até emprestavam o som para nossos shows - conta o músico, que adorou a idéia da biografia. - É como fechar um ciclo da nossa história. E mostra a gente para uma nova geração que está começando a ir nas nossas apresentações.

Pode o sucesso em demasia ser prejudical a uma banda? Rodrigo afirma que, no caso da Blitz, o êxito trouxe conseqüências drásticas. A crise agravou-se na época do terceiro disco, Blitz 3 (1984), arrastou-se por 1985 (apesar de uma boa apresentação no Rock in Rio, em janeiro, e até de um show numa praça pública em Moscou, na antiga União Soviética, em julho) e estourou no ano seguinte, quando o casal Márcia Bulcão e Ricardo Barreto comunicou sua saída - o fim da banda foi noticiado em primeira mão pelo Caderno B em 7 de março de 1986.

- A banda teve uma fase de drogas e álcool, mas isso não atrapalhou. O problema foram as conseqüências do sucesso, como o ritmo de trabalho intenso, as várias cobranças e, em especial, as crises de egos, de gente reclamando: "pô, tem mais música sua do que minha!". Além disso, a liderança era do Evandro e do Ricardo, mas o Evandro era o vocalista, era um cara boa pinta, já tinha feito o filme Menino do Rio (de Antono Calmon). É claro que ele aparecia mais - diz Rodrigo, que negocia conversas com Márcia, Ricardo e Antonio, hoje rompidos com Evandro, Juba e Billy, que permaneceram na Blitz. - A biografia não é chapa-branca, não é a visão pessoal do Evandro. Até o Lobão, que saiu brigado da banda, me deu um depoimento de seis horas e disse que quer fazer um acústico com todos os que passaram pela Blitz.

Para seguir o esquema pop da Blitz, a história da banda será contada com muitos recursos visuais. Se tudo der certo, terá o trabalho gráfico assinado pelo mesmo Luiz Stein que, ao lado de Gringo Cardia, se responsabilizava pelo visual dos LPs da Blitz. Rodrigo planeja até um box com as melhores frases de Evandro.

- Quando perguntavam a ele sobre o fim da Blitz, ele respondia coisas como "pô, vocês querem beijo na boca ou bodas de ouro?" - brinca Rodrigues, acreditando que a banda tem muito a ensinar aos roqueiros da atualidade. - A Blitz não tinha plano de carreira, tudo era original e espontâneo. O rock nacional está muito burocrático hoje.

Ana Carolina diz ser a voz de meninas que desejam outras meninas

A cantora Ana Carolina afirmou hoje, no Rio de Janeiro, ser a voz de garotas que não têm coragem de admitir para a família o desejo que sentem por outras meninas. A declaração foi feita durante encontro com jornalistas no Hotel Fasano, em Ipanema, para anunciar o lançamento de seu novo DVD ao vivo.Ana Carolina disse que a principal intenção de seus shows é fazer com que as pessoas se sintam livres. "O público tem duas opções. Ou só assiste, ou assiste e é tocado pelas canções. Eu quero passar liberdade para eles. Tem meninas que querem transar com outras meninas e não conseguem admitir isso em casa. Eu sou a voz delas."

Homossexual assumida, a cantora ainda afirmou querer que Madonna escute a canção Eu Comi a Madonna, um dos maiores sucessos da turnê Dois Quartos, que originou o DVD. "Seria uma boa, de repente ela resolve dar pra mim", afirmou.

DVD solo ao vivo
A gravação do DVD ao vivo de Ana Carolina foi realizada em um show da turnê Dois Quartos em novembro do ano passado, no Credicard Hall, em São Paulo.

Um dos destaques da apresentação foi a mescla de instrumentos que ela tocou no palco. "Aprendi a tocar É isso aí no piano, que foi fácil. As pessoas ficam pedindo para eu tocar pandeiro, mas eu não sou do samba. Eu arrisquei e dei sorte", afirmou.

A cantora disse que por enquanto não pensa em carreira internacional. "Eu tenho estado preguiçosa nisso. É uma coisa que vai rolar, mas não estou muito ansiosa. Estou numa fase muito autoral", disse ela.

Além do DVD, será lançado ainda um CD ao vivo reunindo 13 das principais canções do espetáculo.

Esse é o segundo DVD solo de Ana Carolina. A artista fez, em 2004, o DVD Estampado - Um Instante que Não Pára, e realizou em 2005 uma parceria com o cantor e compositor Seu Jorge, que resultou no DVD Ana Carolina e Seu Jorge - Ana e Jorge.

Selo Armazém
O DVD ao vivo de Ana Carolina é o primeiro trabalho do selo Armazém, que pertence à cantora. Segundo ela, a criação da sua própria produtora representa uma nova fase na carreira.
"Graças a esse público que me compreende, eu pude criar o meu próprio selo. Eu quero poder fazer por alguém o que fizeram por mim. Tenho vontade de lançar alguém pelo meu selo", destacou Ana Carolina.

A cantora disse ainda que já tem nomes para promover no mercado fonográfico, mas preferiu não divulgá-los por enquanto.

Ana Carolina completou em 2007 dez anos de parceria com a Sony BMG, que a partir de agora será responsável pela distribuição dos CDs e DVDs da artista.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Marcelo Camelo lança nova música.

Em estúdio desde o início do ano para gravar seu primeiro disco solo, Marcelo Camelo, do Los Hermanos, disponibilizou recentemente em seu site oficial mais uma música inédita.

"Doce Solidão" pode ser ouvida de duas formas: a versão de estúdio, só com Camelo ao violão, e um vídeo no qual o músico é acompanhado por 12 crianças, que cantam, assoviam e fazem percussão.

Realizado em sigilo, o álbum está previsto para ser lançado ao longo de 2008. Até agora, só se conhece outra faixa, a instrumental "Teo e a gaivota", que também está disponível no site.

Pitty foge de zumbis em novo clipe

Vídeo da música “De Você” tem direção de André Moraes

Pitty gravou na semana passada o videoclipe da música “De Você”, do CD Anacrônico, de 2005. A faixa também faz parte do álbum e DVD {Des}concerto, gravados ao vivo em julho de 2007, em São Paulo.

O enredo do vídeo faz referência ao filme A Noite dos Mortos Vivos, dirigido por George Romero no final da década de 60. No clipe, Pitty e sua banda (o baterista Duda, o baixista Joe e o guitarrista Martin) são atacados por zumbis. Ao lado, uma das primeiras fotos da gravação.

A direção ficou por conta de André Moraes. O músico e cineasta já havia trabalhado com Pitty – ela cantou uma das faixas da trilha sonora de Lisbela e o Prisioneiro, composta por ele, além de ter feito uma participação em sua mais recente produção como diretor, o curta Charles Manson, ainda inédito.

Dark Side Of The Moon, por Paulo Ricardo

Hoje, dia 24 de março, o histórico Dark Side Of The Moon, do Pink Floyd, faz 35 anos de lançamento. O disco é considerado pelos fãs do Pink Floyd como a grande obra-prima da banda. Além disso, é um marco do chamado rock progressivo. Não bastasse, é o terceiro álbum mais vendido no mundo inteiro.

Para comemorar essa data tão importante pro mundo do rock, segue abaixo, texto escrito por Paulo Ricardo, fã confesso de Pink Floyd, contando sobre a importância histórica de Dark Side Of The Moon.

É justo dizer que o Pink Floyd foi o Radiohead dos anos 70, assim como “The Dark Side of the Moon” foi o “Sargent Pepper’s...”do período. Música a serviço da inteligência. Conceito, ruptura, salto quântico, enfim, ainda que o mítico álbum tenha se tornado um clássico, fica mais fácil entendê-lo quando contextualizado.

A euforia hippie, Thimoty Leary e as experiências com LSD (que levaram um dos fundadores do Floyd, Syd Barret, o Arnaldo Batista inglês), à loucura e a contra-cultura construíram o cenário perfeito para este manifesto quase que psicanalítico das verdadeiras raízes da porra-louquice.

De onde vinham aquelas veementes manifestações de inquietude, inadequação, desobediência civil e repúdio à hipocrisia vigente? Eram os deuses astronautas?
Aonde, afinal, se encontrava a tênue fronteira entre o certo e o errado, o permitido e o proibido, o sagrado e o profano? Estas questões martelavam a cabeça de Roger Waters, baixista, vocalista e compositor da banda que havia perdido seu pai na 2ª guerra.

Universitários ingleses, o Pink Floyd construiu uma sólida carreira no underground, mas com a entrada de David Gilmour, estavam prontos a alçar vôos mais ambiciosos. Pioneiros do chamado rock progressivo, tinham um olho no mercado americano e, ao mesmo tempo, a cabeça na nuvens.

Os Beatles já haviam lançado a idéia (execrada posteriormente pelo punk) do famigerado “álbum conceitual”, onde um LP girava todo em torno de um só tema. E, com um extremo bom gosto, técnica apurada, e uma disposição de extrair o máximo da tecnologia disponível, construíram uma obra-prima.

O disco é uma verdadeira viagem, extremamente visual e foi o pai dos samplers e dos loops. As canções, forjadas com o melhor das influências de jazz e blues que nortearam aquela geração, sublinharam os momentos de delírio que o protagonista (você!) vivia faixa após faixa. Aviões seqüestrados que explodiam, mil relógios despertando ao mesmo tempo, batimentos cardíacos, todos os efeitos sonoros funcionavam como um filme alucinógeno que se passava em nossas cabeças. E, ainda assim, estouraram hits como “Time” e “Money” – um rifaço em 7/4 funkeado que, num certo ponto, caía no 4/4 com um solo de sax e que chegou no topo das paradas americanas.

O álbum ficou mais de 25 anos no Top 100 da Billboard. Sua capa é tão conhecida quanto o logo do McDonald’s. Suas canções foram a trilha sonora de toda uma geração. Seu legado é imensurável. E há pouco tempo saiu o DVD da série Classic Albuns contando a história deste trabalho que é um divisor de águas. Eu recomendo.

domingo, 23 de março de 2008

SCORPIONS "Live at Wacken Open Air 2006"

"Live at Wacken Open Air 2006" documenta a apresentação do grupo alemão Scorpions em festival em sua terra natal. Sua formação atual é Klaus Meine (voz), Matthias Jabs (guitarra e vocais), Rudolf Schenker (guitarra e vocais), James Kottak (bateria e vocais) e Pawel Maciwoda (baixo e vocais), mas neste show o Scorpions também contou com participação de antigos integrantes, como o baterista Herman Rarebell e os guitarristas Uli Jon Roth e Michael Schenker.

No roteiro de pouco mais de duas horas, constam clássicos do rock pesado oitentista como "Big City Nights", "Rock You Like a Hurricane" e "Blackout". Mas o repertório não se restringe ao período mais luminoso do grupo e também apresenta temas de fases distintas como "Speedy's Coming", "In Trance", "We'll Burn the Sky", "Lovedrive", entre outros. O filho de Michael Schenker, Tyson, também aparece no DVD e mostra bom manejo da guitarra na releitura pesada de "Bolero", de Ravel.

Hoje o som do grupo pode não causar o mesmo impacto da época da primeira vinda ao Brasil, em 1985, mas esse lançamento ajuda a contextualizar a importância do Scorpions no cenário de rock'n roll pesado, ao demonstrar que hard rock também é gênero digno de respeito -- ao contrário do que o efêmero hype em cima do grupo The Darkness anunciava há alguns anos. A produção impecável de áudio e vídeo deixa isso bem evidente aos fãs

Beatles querem bloquear gravações inéditas de 1962


Advogados dos Beatles processaram nesta sexta-feira uma gravadora dos Estados Unidos para prevenir a distribuição de músicas inéditas supostamente feitas durante a primeira apresentação do baterista Ringo Starr com o grupo em 1962.

A disputa entre a Apple Corps, empresa britânica formada pelos Beatles para guardar os direitos das músicas e da marca da banda, e a Fuego Entertainment, de Miami, surgiu por causa de uma gravação do grupo realizada em um show em Hamburgo, na Alemanha.

Acredita-se que oito faixas inéditas estejam entre as gravações, incluindo uma versão de "Lovesick Blues", de Hank Williams, cantada por Paul McCartney e um dueto do baixista com John Lennon em "Ask Me Why".

A Apple Corps informa que as canções foram gravadas sem a autorização do quarteto de Liverpool e que a Fuego e as empresas do grupo --Echo-Fuego Music Group e Echo-Vista-- não possuem os direitos para distribuí-las.

"Isto parece uma gravação clandestina de fundo de quintal", afirmou Paul LiCalsi, um dos procuradores da Apple Corps.

A Fuego Entertainment diz que as gravações foram feitas legalmente. "[As músicas] não são clandestinas", disse o presidente da Fuego, Hugo Cancio. "Não é como hoje, que você vai com um telefone ou um blackberry e grava."

O processo aponta que as gravações são de baixa qualidade e sua circulação "dilui e mancha a extraordinariamente valiosa imagem associada aos Beatles".
Cancio afirmou que ainda não recebeu a cópia do processo, mas que não esperava um pedido de ao menos US$ 15 milhões de indenização.

"Estou surpreso porque há poucos dias, estávamos em boas negociações com a Apple", disse.

A representação também cita Jeffrey Collins, parceiro de Cancio, como a pessoa que obteve as canções. Não está claro como Collins conseguiu as músicas.
Cancio pretendia distribuir as faixas no disco "Jammin com Beatles e amigos, Star Club, Hamburgo, 1962."

"É triste que milhões de fãs dos Beatles não possam ter acesso a essas gravações. O mundo merece ouvi-las", disse. "O fato é que nós as temos, eles não; e isso é o que os incomoda."

terça-feira, 18 de março de 2008

Radiohead vai pagar US$ 10 mil por clipe feito por fã

Banda inglesa está promovendo concurso em parceria com empresa israelense.Inscrições abriram nesta segunda (17); vencedor será anunciado dia 30 de junho.

Depois de lançar um álbum inédito inteiro na internet ao preço que os ouvintes estivessem dispostos pagar, o Radiohead está promovendo um concurso que vai dar US$ 10 mil ao melhor clipe feito por fã. Em parceria com a empresa israelense Aniboom, a banda inglesa abriu as inscrições nesta segunda-feira (17).

Os interessados devem mandar suas idéias, e os escolhido vai ganhar US$ 10 mil para produzir o vídeo, que deve ser uma animação de uma das faixas de “In rainbows”, lançado em outubro do ano passado.

Mais tarde, os roteiros gráficos serão disponibilizados na internet para que os fãs façam um ranking. Os 10 mais vistos receberão US$ 1.000 para realizar os vídeos. Outros também poderão participar, mas sem ajuda de custo.

Ao final do processo, a banda escolherá o sortudo que irá embolsar os US$ 10 mil. O grande vencedor, segundo o site, será anunciado no dia 30 de junho.

Bodyrox feat. Luciana - Yeah Yeah (Clean Version)

Equipe do D.J. David agita em Poções

A equipe do D.J. David esteve no último dia 08 na cidade de Poções agitando os formandos de Enfermagem daquela simpática cidade.
O nosso carinho a todos e boa sorte na nova jornada.


D. J. Anndré

L.Jay Rogério & M.C. Gil

V. Jay Rubenildo & M.C. Gil

segunda-feira, 17 de março de 2008

D.J. David agita a tenda eletrônica na quinta-feira

D.J. David agita a tenda eletrônica nesta quinta feira (20) na abertura do show de Eduardo Costa na Planet Hall.



Show: Olhos de Rizo



Show: Olhos de Rizo

Onde: Centro de Cultura (Vitória da Conquista-BA)

Quando: 29 e 30 de Março às 20h

Keith Richards aconselha Amy Winehouse a ficar longe das drogas

Conhecido por seu passado repleto de histórias com drogas, inclusive pelo episódio recente em que declarou ter inalado as cinzas do pai, Keith Richards resolveu usar sua experiência para aconselhar Amy Winehouse a se livrar dos entorpecentes.

Em entrevista à imprensa britânica, o guitarrista dos Rolling Stones afirmou que Amy é atualmente sua artista favorita e sugeriu que ela largue os vícios rapidamente. "Ela precisa ficar esperta", advertiu. "Essa garota não vai durar muito tempo se não se revolver bem rápido."

Richards também comparou a trajetória errática de Amy com a dos Stones na década de 1970. "Você acaba gastando todo seu tempo para lidar com a polícia. A mesma coisa aconteceu com Amy Winehouse", disse.

Ex-baterista do ABBA é encontrado morto em Mallorca

O ex-baterista do grupo sueco ABBA, Ola Brunkert, foi encontrado morto no domingo à noite em sua casa em Mallorca, nas Ilhas Baleares (Espanha), após uma aparente queda acidental, afirmou nesta segunda-feira a Guarda Civil espanhola.

O músico, de 61 anos, que vivia sozinho em sua casa de Arta, havia caído sobre uma cristaleira.

Depois que um vizinho avisou a Polícia, os agentes encontraram Brunkert em uma poça de sangue ferido no pescoço, informou à AFP um porta-voz da Guarda Civil.
Uma autópsia será realizada nesta segunda-feira para confirmar as causas acidentais de sua morte, acrescentou o porta-voz.

O baterista, nascido no dia 16 de dezembro de 1946, participou da gravação de todos os álbuns do ABBA entre 1976 e o início dos anos 80, assim como de diversas turnês do famoso grupo pop.

Ele deixou o grupo para viver nas Baleares, onde dava shows com seu grupo de jazz.

O grupo ABBA, fundado e composto por dois casais, Agnetha Fältskog, Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Anni-Frid Lyngstad, vendeu mais de 300 milhões de cópias em todo o mundo.

domingo, 16 de março de 2008

"Lady Madonna", dos Beatles, completa 40 anos de lançamento

Há exatos 40 anos os Beatles lançavam o single "Lady Madonna", uma canção que levou o grupo de volta ao rock clássico depois de seu período psicodélico.
Através da hoje já quarentona Lady Madonna, Paul McCartney, autor da canção, quis retratar as mulheres que lutam todos os dias para criar seus filhos e pagar as contas no fim do mês, e expressar sua admiração por elas.

O compacto de vinil com a canção foi lançado no Reino Unido em 15 de março de 1968 acompanhado no lado B por "The inner light", a primeira composição de George Harrison a ser lançada em um single da banda, na qual o autor é acompanhado por músicos hindus que gravaram seus instrumentos em uma sessão em Mumbai.

"Lady Madonna", que tinha sido gravada um mês antes nos estúdios de Abbey Road em Londres, liderou por duas semanas a parada britânica, mas nos Estados Unidos ficou apenas em quarto lugar, o que interrompeu uma seqüência de cinco primeiras colocações consecutivas obtidas pelo grupo no país.

Paul McCartney sempre alegou que a parte instrumental foi inspirada na obra do pianista americano Fats Domino. No Brasil, a canção foi regravada por Caetano Veloso em 1975.

O retorno ao rock clássico representado por "Lady Madonna" aconteceu depois da grande viagem psicodélica realizada pela banda no ano anterior, quando lançaram os discos "Sgt. Pepper's lonely hearts club band" e "Magical mistery tour", e antes de entrar em estúdio para gravar o duplo "The Beatles", popularmente conhecido como "Álbum branco".

A decisão de editar "Lady Madonna" como lado A do single surgiu na última hora. A canção tomou o lugar de "Across the universe", composta por John Lennon e que só acabou sendo lançada em 1969 em um disco beneficente do WWF (Fundo Mundial da Natureza).

No entanto, a versão definitiva de "Across the universe" só saiu em 1970, quando o produtor Phil Spector retrabalhou as canções inacabadas da banda nas sessões que originariam o álbum "Let it be".

"Across the universe" demorou a ser lançada, mas com o tempo acabou chegando mais longe que qualquer outra canção, já que em 4 de fevereiro deste ano foi transmitida ao espaço pela Nasa, no início de uma longa viagem pelo cosmos com a qual a agência espacial americana comemorou seus 50 anos.

DANIELA MERCURY "O Canto da Cidade - 15 anos"

"Daniela Mercury - O Canto da Cidade - 15 anos" é uma homenagem (um pouco atrasada) à década e meia de carreira nacional da "menina baiana da vez" do começo dos anos 1990. Traz o CD "O Canto da Cidade", que lançou a cantora ao estrelato em 1992, em versão remasterizada em 2007, e um DVD com um show de Daniela no Rio feito para virar especial da TV Globo na época.

O CD é mais do que conhecido por quem viveu aquela década. Tem megahits do samba-reggae como "O Canto da Cidade", "Batuque", "O Mais Belo dos Belos (A Verdade do Ilê)" e "O Charme da Liberdade". Quem sobreviver aos versos "Salve a dor/Salvador/Salve a dor da América", de "Bandidos da América", vai ter a chance de conhecer ou relembrar o frevo "Monumento Vivo" (Moraes Moreira e Davi Moraes), "Rimas Irmãs" (Carlinhos Brown) ou "Só Pra Te Mostrar", do paralama Herbert Vianna, com participação do próprio.

O show que deu origem ao DVD aconteceu na praça da Apoteose, no Rio, e foi visto por cerca de 30 mil pessoas. No especial, ele é temperado por depoimentos de fãs, comentários da cantora e clipes de estúdio com participações especiais. Caetano Veloso vira ator (e não canta) em sua "Você Não Entende Nada", ambientada num cenário de novela baiana das oito. Daniela dá uma de Elis Regina num delicado duo com Tom Jobim em "Águas de Março". E Herbert Vianna participa do clipe de sua "Só Pra Te Mostrar", que também está no CD.

No show propriamente dito, há participações dos Meninos do Pelô, do compositor baiano Gerônimo (na clássica "É D'Oxum", dele e de Vevé Calazans) e do grupo Ilê Aiyê. Além de desfilar suas clássicas, Daniela paga tributo à musica baiana e ao pop brasileiro em geral ao cantar "Toda Menina Baiana" (de Gilberto Gil, de quem ela foi backing-vocal), duas de Dorival Caymmi, "Há Tempos" (Legião Urbana) e "Maluco Beleza" (Raul Seixas e Roberto).

Para completar o DVD, uma entrevista atual de Daniela, de quase 20 minutos, em que ela rememora os tempos de bailarina, de cantora de barzinho e seu surgimento no cenário nacional. Seu relato do show paulista no vão do Masp, que "parou" a avenida Paulista em pleno meio-dia, é saboroso. O produtor Manoel Poladian, o jornalista Nelson Motta e o diretor do especial global, Roberto Talma, também dão depoimentos atuais e curtos.

Enfim, o pacote de CD e DVD é uma boa chance para matar as saudades ou conhecer o começo de carreira da carismática cantora que, em suas próprias palavras, abriu as portas do sul do país para o gênero que, para o bem ou para o mal, ficaria conhecido como axé music.

sábado, 15 de março de 2008

Morto há dez anos, Tim Maia reclamou do som até o último show

Na segunda música, "Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)", aplausos. Eis o carioca da Tijuca, 55 anos, imenso, terno azul claro, camisa branca, suor no rosto.

Reclamou do "ré menor" e interrompeu a música --outra característica marcante do cantor era a eterna insatisfação com os técnicos de som a quem pedia sempre o "retorno" e mandava tirar o "reverb" ou qualquer outra coisa que o incomodasse.

A música começou novamente. "Vou pedir...", "Vou pedir...", cantou Tim, e a platéia completava os versos que todo mundo conhece. Com sinais claros de que daquele jeito não dava mais para continuar, Tim Maia deixou o palco sob risadas do público, que imaginava se tratar de mais um episódio temperamental do cantor.

Não era possível, ele iria dar o cano num especial de TV ao qual ele havia comparecido? A banda terminou a música pouco depois da saída do cantor.

"A semana inteira fiquei te esperando, pra te ver sorrindo, pra te ver cantando", cantou a platéia com palmas, pedido claro para que Tim retornasse. Não houve retorno --cadê o retorno?

"Tim Maia não está passando bem. Tem algum médico na platéia?", foi o que saiu do sistema de som do teatro para perplexidade geral. Até havia um, Drauzio Varella, acompanhado de sua mulher, a atriz Regina Braga.

A partir daí, foi o caos. Vários minutos depois, chegou a ambulância do Corpo de Bombeiros, que entrou no átrio do teatro, ocupado agora pelos convidados que haviam saído da sala de espetáculo.

Amparado dos dois lados e com máscara de oxigênio, o hipertenso Tim Maia subiu na ambulância com pés trêmulos. Fotógrafos, cinegrafistas e curiosos dificultavam o trabalho de resgate do rei do soul brasileiro.

Às 23h, o cantor foi encaminhado ao hospital Antônio Pedro, em Niterói, que parecia mais uma delegacia, com grades na entrada a impedir a entrada de quem fosse. Aflita, só se via a secretária particular do cantor, Adriana Silva, ao celular.
Uma semana depois, Sebastião Rodrigues Maia morria no mesmo hospital de infecção generalizada em conseqüência de um edema pulmonar, seguido de parada respiratória.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Capa do novo disco de Madonna vaza na Internet

A capa do novo disco da cantora Madonna vazou na Internet na tarde de hoje. O álbum que se chamará Hard Candy deve ser lançado no dia 29 de abril.

A capa, cor-de-rosa, traz a cantora sentada de pernas abertas, vestindo shorts e regata e com um cinto que lembra os cinturões de campeões do boxe.

O disco terá uma participação do cantor pop Justin Timberlake. A produção do álbum é assinada por Pharell Williams, Timbaland e Nate "Danja" Hills.

Eu não sou minhas histórias, diz Kate Nash

No caso de Kate Nash, o prejuízo do teatro foi o lucro da música.

A cantora e compositora de 20 anos, uma artista premiada e que já ocupou o topo das paradas em sua terra natal, o Reino Unido, estudou teatro por dois anos na School for Performing Arts and Technology de Londres. Após não passar em um teste na Bristol Old Vic Theatre School, ela caiu de uma escada e quebrou o pé.
Enquanto se recuperava, Nash pegou o violão que aprendeu a tocar no colégio e começou a se concentrar em suas composições. Ela não olhou para trás desde então.

"Eu realmente estou empolgada com isto", diz Nash. "Eu acho que posso voltar a representar mais tarde caso queira, mas agora acho que estou me saindo muito bem aqui."

E está. O álbum de estréia de Kate Nash, "Made of Bricks", chegou ao primeiro lugar das paradas britânicas em 2007 -em janeiro, ele estreou no 8º lugar na parada Billboard 200 dos Estados Unidos- e lançou os sucessos "Foundations", "Mouthwash" e "Pumpkin Soup". Ele lhe rendeu muitos prêmios, incluindo os prestigiados Brit Award de melhor cantora.

"É empolgante e confuso. Eu nunca compus nada para ser tocado em algum lugar. Eu nunca me interessei em ser tocada em rádio, nunca pensei a respeito. Eu não sabia nada sobre gravadoras, empresários ou sobre a indústria. Nunca foi algo que passou pela minha cabeça. (...) E agora aqui estou."

"É preciso aprender enquanto avanço. Eu tive muitas oportunidades criativas e escoadouros, o que é realmente legal."

Um "piano realmente ruim" na casa de sua família, no bairro de Harrow em Londres, deu a Nash sua primeira oportunidade de fazer música, e ela teve aulas dos 7 aos 15 anos. Mais ou menos na mesma época ela começou a compor, influenciada pela combinação singular de música clássica, Beatles, Bikini Kill, Buzzcocks, Regina Spektor e trilhas sonoras de musicais de teatro e filmes.

"Na escola, nas aulas de música, é preciso realizar alguma forma de composição como parte das provas", diz Nash, que freqüentou escolas paroquiais. "Eu parti daí, eu acho. Eu sempre gostei de composição criativa. Eu achava que gostava mais de escrever histórias, mas apenas continuei escrevendo."

Suas primeiras canções, ela diz, eram "sobre amor aos 14 anos e política".

Após quebrar o pé e redescobrir sua musa, Nash começou a se apresentar em clubes locais e então a disponibilizar suas canções em sua página no MySpace. Foi onde Allen a encontrou, e quando ela listou Nash como sendo uma de suas artistas favoritas, isto criou uma badalação que primeiro levou a um contrato com o selo independente Moshi Moshi -que lançou o single "Caroline's a Victim" (2007), que Nash gravou na Islândia- e depois com a influente Fiction Records britânica. "Caroline's a Victim" teve impacto suficiente a ponto de outra banda nova britânica gravar uma resposta/paródia chamada "LDN is a Victim", que apenas alimentou a ascensão de Nash.

Quando "Foundations" chegou ao segundo lugar nas paradas britânicas, o status dela se consolidou.

A canção soa autobiográfica, mas Nash a considera uma amálgama de suas experiências e as de outras pessoas.

A fama recém-encontrada por Nash lhe permitiu participar de importantes festivais de música e programas de televisão britânicos, incluindo o "Later with Jools Holland" e o especial de Natal do "Top of the Pops" da BBC. Ela também se tornou uma artista convidada bastante requisitada, cantando para os rappers Kano e Lethal Bizzle.

E enquanto trabalha para expandir seu sucesso na América do Norte -"É de acabar com os nervos", ela diz- Nash também está trabalhando em seu segundo álbum. Ela fala sobre novas canções como "Doo Wah Doo" e "Paris", assim como descreve o impulso criativo que foi estimulado por tudo o que aconteceu com ela até agora.

"Eu estou encontrando tempo para pegar meu violão e ter idéias e coisas assim. É fácil demais esquecer de ser criativa. Eu não quero deixar que isso aconteça comigo."

Fonte: The New York Times
(Gary Graff é uma jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan)
Tradução: George El Khouri Andolfato

quinta-feira, 13 de março de 2008

Max e Iggor Cavalera terminam briga e criam novo grupo

Nem parece, mas a força que move 'Inflikted', o pesadíssimo disco de estréia do grupo Cavalera Conspiracy, é o amor fraternal. Por trás de temas barras-pesadas, como 'Terrorize' e 'Ultra-Violent', está a alegria do reencontro dos irmãos Max e Iggor Cavalera.

Fundadores do Sepultura, do qual nenhum dos dois faz mais parte, eles ficaram uma década inteira sem se falar, "fora uns telefonemas para desejar Feliz Natal".
Ano passado, porém, Iggor quebrou o gelo e a combustão entre sua bateria e as guitarras e voz do irmão deram origem às 11 explosivas músicas do novo trabalho, aguardado pelos fãs como se fosse uma volta às origens do Sepultura.

"Mas tudo é novo no Cavalera Conspiracy. Não ficamos apenas imitando o passado. Tem muita reunião fajuta por aí, mas a nossa é de verdade", garante Max, por telefone, de Phoenix, Estados Unidos, onde está "exilado" há oito anos.
Muito por conta da briga, agora superada, com Iggor. "A última vez que estive por aí foi em 2000 (numa apresentação com sua banda Soulfly no Abril Pro Rock, em Recife). Preciso tomar um caldo de cana urgentemente", brinca.

'Inflikted' lembra, na execução das músicas, a época mais "pesada" do Sepultura, especialmente dos discos 'Arise' e 'Beneath The Remains', que são do início dos anos 90. "O que eu quis fazer é influência da raiva e agressividade (sonoras) daquela época. A idéia era ser curto e grosso mesmo", diz Max.

Pelo jeito, funcionou. O Cavalera Conspiracy se apresentou uma única vez, ano passado, antes de um show do Soulfly, nos Estados Unidos. "Tocamos quatro músicas e o pau comeu, estava assim de moleque sangrando. Vou te dizer: depois disso, ficou ruim pro Soulfly."

Mulher foi motivo da briga da dupla

Max e Iggor brigaram feio no fim de 1996, quando o Sepultura estava no auge de sua carreira internacional. Até hoje é o grupo brasileiro de mais sucesso no exterior.

Eles lavaram quilos de roupa suja em público: a banda havia demitido Glória, mulher de Max, do cargo de empresária, e ele decidiu então também se demitir do grupo.

"Tocamos muitas vezes nos mesmos festivais, mas nunca nos cruzamos. Deve ser o destino", palpita Max.

Depois do reencontro, ano passado, ele e Iggor reuniram o guitarrista Marc Rizzo e o baixista Joe Duplantier para formar o Cavalera Conspiracy. O grupo já tem uma série de shows agendados, mas nada ainda no Brasil. Iggor, que deixou o Sepultura em 2006, andava se ocupando como DJ. "Mas ele é como eu, metaleiro de Belo Horizonte. Sou o culpado por trazê-lo de volta ao metal", orgulha-se Max.
Já o Sepultura segue fazendo shows e deve lançar disco este ano, mas os Cavalera, pelo menos por enquanto, não pensam no velho grupo. "Agora é a hora do Conspiracy."

Kiss fará show no GP da Austrália

Kimi Raikkonen, atual campeão do mundo da Fórmula 1, encontra a banda Kiss em Melbourne, na Austrália.

Banda se apresenta após a corrida, em Melbourne, neste domingo (16).Maquiados, roqueiros se reuniram nesta quarta (12) para entrevista coletiva.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Miconquista 2008 - Confira as atrações

A Miconquista será realizada no período de 04 a 06 de abril e é uma das maiores festas populares Vitória de Conquista e região. Em 2008, o evento comemora 20 anos de muita animação, paz e diversidade musical.

Esse ano, além do circuito continuar fechado, estará ainda mais compacto, proporcionando uma maior segurança para o folião. Haverá dois portais de entrada com detectores de metais. O acesso será totalmente gratuito para todas as idades.

O Palco Principal, com as tradicionais bandas de axé, estará no Parque de Exposição. Além das arquibancadas e bares que já se tem no local, camarotes serão montados e trios posicionados para a festa.

E como a alegria está em todos os ritmos e gostos, a Miconquista é eclética. São dez anos de investimento da Prefeitura em espaços alternativos. Este ano, o Palco do Forró e o Point do Rock continuam no Bosque da Paquera.

A Prefeitura de Vitória da Conquista, por intermédio da Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, promove nesta quinta-feira (13), às 18h30 no estande da Prefeitura na Expoconquista, uma coletiva com a imprensa para anunciar a grade de atrações da Miconquista 2008 – A Festa.

Mas o nosso blog antecipa as atrações para 2008: Daniela Mercury, Cidade Negra, Tatau, Beto Jamaica, Patchanka e Fantasmão.






Vestibular UESB 2008 - Resultado


Confira o resultado

Guerra contra a Web lidera lista de gafes da indústria da música

O caçador de talentos que rejeitou os Beatles foi considerado por muito tempo como responsável pela maior gafe na história do setor de música.

Mas a mancada bilionária de Dick Rowe foi superada, na lista da revista Blender sobre "os 20 maiores erros das gravadoras em todos os tempos", pelo fracasso do setor em aproveitar a Internet.

As grandes gravadoras conquistaram a desonra ao forçar o serviço de troca de arquivos Napster a sair do mercado, em 2001, em lugar de descobrir uma maneira de ganhar dinheiro com suas dezenas de milhões de usuários.

Os praticantes de downloads simplesmente se espalharam por centenas de outros sites, e setor está em queda livre desde então.

"A campanha das gravadoras para impedir que sua música fosse distribuída gratuitamente via Internet era o equivalente a tentar deter um furacão com uma rolha -- mais de um bilhão de arquivos são trocados por mês em redes de troca de arquivos", afirmou a Blender em sua reportagem.

Rowe ficou em segundo lugar por recusar os Beatles, depois que a banda, despreparada, realizou uma audição desastrosa em 1962.

O empresário dos Beatles, Brian Epstein, mais tarde contaria que o executivo da Decca Records lhe havia dito que "grupos com guitarras estão saindo de moda", comentário que Rowe sempre negou ter feito. Ele posteriormente assinaria com os Rolling Stones.

O fundador da Motown, Berry Gordy, ficou no terceiro lugar, porque vendeu a gravadora das Supremes e de Marvin Gaye, que na época estava perdendo dinheiro, por cerca de 60 milhões de dólares, em 1988.

No ano seguinte, a A&M Records seria vendida por cerca de 500 milhões de dólares. E David Geffen recebeu cerca de 700 milhões de dólares em 1990 pela Geffen Records. Gordy, porém, manteve os direitos autorais sobre o catálogo de sua gravadora.

A Geffen Records aparece duas vezes na lista: em 11o lugar, por processar Neil Young nos anos 1980 alegando que a música que ele vinha gravando era pouco comercial, e em 12o por investir supostos 13 milhões de dólares em um álbum do Guns'n'Roses que ainda não saiu, depois de mais de uma década de trabalho.
Outros ocupantes da lista da vergonha incluem a Columbia Records, em 10o lugar, por ter dispensado Alicia Keys e 50 Cent antes que estes fizessem sucesso, e a Warner Bros. Records, por um contrato de 80 milhões de dólares com o grupo R. E. M., em 1996, que só lhe trouxe prejuízo.

LOS ANGELES (Reuters)
(Por Dean Goodman)

Acordo para venda online das músicas dos Beatles deve sair em breve

Paul McCartney está precisando de uma grana depois do tunga que levou da ex-mulher.

Quando se tornar disponível para compra na Internet, a discografia dos Beatles, avaliada em 260 milhões de euros, vai render um bom pé-de-meia a Paul McCartney e Ringo Starr, os dois membros do quarteto britânico ainda vivos, e aos herdeiros de John Lennon e George Harrison.

Pois o acordo entre a Apple Corps., empresa dos besouros responsável por seu catálogo, e a Apple Inc., proprietária do iTunes - loja em que as músicas devem ser vendidas - parece estar prestes a ser assinado, de acordo com o jornal The Evening Standard.

Ainda segundo o periódico, um empurrão extra foi o divórcio de McCartney de sua ex-esposa Heather Mills, que exigiu do beatle parte de suas economias – Mills pode receber de 30 a 40 milhões de libras, algo em torno de 140 milhões de reais, por quatro anos de casamento com McCartney, que rendeu ao casal uma filha.

As músicas e álbuns provenientes da carreira solo dos membros dos Beatles já está disponível no iTunes.

terça-feira, 11 de março de 2008

Vem ai: Trance 4 Friends


Trance 4 Friends

Quando: Sabado dia 29 apartir das 14 horas!
Onde: Sitio Rocha (Lagoa das Flores )
Ingressos na Livraria LDM (em frente ao forum) e comissarios...
Obs: necessario inserir nome na lista!

Line Up:
14:00 Seda
15:30 Tom
17:00 Bizorão
18:30 Lolly (Itabuna)
20:00 Tony
21:30 Borré
23:00 Robertinho
01:00 Tony (Minimal Prog Set)

Novo do REM na internet

Banda disponibilizará álbum na rede, uma semana antes do lançamento oficial

O REM resolveu embarcar na onda de lançamentos na rede, e disponibilizará seu novo álbum na internet, em 24 de março. Accelerate estará disponível, gratuitamente, no iLike, rede de relacionamento baseada no compartilhamento de músicas.

É a primeira vez que acontece um lançamento dessas proporções no iLike. Para ter acesso ao álbum e aos outros serviços do site, é preciso criar uma conta. Quem utiliza o Facebook, o iTunes ou qualquer rede de relacionamentos que atue em parceria com o iLike também terá acesso às 11 novas músicas do REM.

Além do álbum, também estará disponível um vídeo no qual Michael Stipe e seus companheiros falam sobre o trabalho.

No início deste ano, a banda convidou os fans a criarem vídeos e remixes do primeiro single de Accelerate, "Supernatural Superserious".

Alanis Morissette vai lançar novo álbum no fim de maio

Depois de confirmar um novo álbum para o primeiro semestre deste ano, Alanis Morissette finalmente divulgou a data em que o disco vai chegar às lojas. Flavors of Entanglement aterrissa nos EUA no dia 20 de maio, mas, graças ao público cativo da canadense no Brasil, deve em seguida desembarcar no mercado nacional.

Este será o primeiro trabalho de inéditas da cantora desde So-Called Caos, de 2004. Nesse meio tempo, Alanis lançou uma coletânea de sua carreira, The Collection, e uma versão acústica do álbum Jagged Little Pill, que a fez famosa mundialmente.

Segundo ela, o novo disco junta os interesses musicais que lhe chamaram atenção nos últimos anos e, apesar de ter sido escrito durante uma época de conflito, em que os Estados Unidos mantém a guerra no Oriente Médio, reflete "a guerra que as pessoas experimentam nos seus quartos".

A produção ficou a cargo de Guy Sigsworth, que no passado já trabalhou com Björk e Madonna. Entre as 11 canções que vão ser incluídas no CD estão "Underneath", "Not as We" e "Moratorium".

Alanis vai preparar o lançamento de Flavors of Entanglement com uma pequena turnê pela América do Norte, seguida por série de shows na Europa, inclusive no Rock in Rio em Madrid e Lisboa.

Conquistense brilha no Concurso Sereias

A jovem Conquistense Larrisa Soares participa da 4ª Edição do Concurso Sereias.

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segunda-feira, 10 de março de 2008

High School Musical e Amy Winehouse lideram lista de mais vendidos de 2007

O troféu de álbum mais vendido no planeta em 2007 não foi para nenhuma banda ou cantor, mas para uma trilha sonora. Segundo levantamento da IFPI, organização que representa a indústria fonográfica mundialmente, as canções de "High School Musical 2" ficaram em primeiro lugar, vendendo no total 6,3 milhões de cópias.

Na segunda posição, com 5,6 milhões de álbuns vendidos, aparece o fenômeno Amy Winehouse, que conseguiu a proeza de estar entre as listas de mais vendidos de vários países do globo com seu segundo trabalho.

Na seqüência, está o cantor-americano Josh Groban, que emplacou surpreendentes 5,3 milhões de cópias com o disco natalino Noël. O que causou maior espanto foi a velocidade das vendas, já que o álbum foi lançado no fim do ano, em outubro.

A pesquisa levou em conta tanto cópias físicas quanto digitais, apuradas, inclusive, no mercado latino-americano. A IFPI conta com mais de 1,4 mil membros, com sócios em 73 países e representantes em outros 48.

Confira abaixo os dez primeiros colocados:
01) High School Musical, High School Musical 2: 6,3 milhões
02) Amy Winehouse, Back to Black: 5,6 milhões
03) Josh Groban, Noël: 5,3 milhões
04) Avril Lavigne, The Best Damn Thing: 5 milhões
05) Eagles, Long Road Out of Eden: 5 milhões
06) Linkin Park, Minutes to Midnight: 4,8 milhões
07) Alicia Keys, As I Am: 4,7 milhões
08) Michael Bublé, Call Me Irresponsible: 4,1 milhões
09) Mika, Life In Cartoon Motion: 4,1 milhões
10) Norah Jones, Not Too Late: 3,8 milhões