sexta-feira, 30 de maio de 2008

Um museu para recordar o Festival de Woodstock e os anos 60

Um museu vai recordar, a partir de 2 de junho, o lendário festival de Woodstock, quando meio milhão de hippies se reuniram, em agosto de 1969, para assistir a apresentação dos grandes nomes do rock e o nascimento da contracultura americana. O festival marcou toda uma geração de "baby boomers" no mundo, quando Jimmi Hendrix, Joe Cocker, The Who, Joan Baez e Ravi Shankar fizeram shows de graça que duravam até o raiar do dia.
Woodstock, uma pequena cidade situada ao norte de Nova York, onde viviam ou gravavam dezenas de artistas como Bob Dylan e Janis Joplin, não é, na verdade, o lugar onde o evento aconteceu.
Como o público viveu três dias de liberdade, drogas, ioga e nudez, o acontecimento, na realidade, teve lugar numa fazenda de 240 hectares, situada a 76km do lugar, em Bethel Woods, 200 km ao norte de Nova York.
A compra da propriedade há dois anos por Alan Gerry, magnata local da tv a cabo, permitiu o investimento dos 100 milhões de dólares necessários para o museu e seus anexos, que visam promover o desenvolvimento turístico de uma região atingida pelo desemprego.
O museu recordará assim como, em 1969, a aventura começou quando um jovem americano, Sam Yasgur, conseguiu convencer seu pai da importância do projeto. Max Yasgur, que tinha 49 anos então, emprestou sua fazenda para receber a multidão que sonhava com um mundo melhor.

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