quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pink Floyd vence batalha judicial que impede venda individual de suas músicas na internet


O Pink Floyd venceu uma batalha judicial que impede a venda individual de suas músicas online. O grupo argumentou que uma cláusula no contrato deveria evitar que sua gravadora, a EMI, vendesse online músicas separadas de seus álbuns cheios.

Quando a banda assinou o contrato pela última vez, em 1999, a internet ainda estava em sua fase inicial, mas cresceu desde então para se tornar o metódo mais popular onde as pessoas compram músicas novas.

O advogado da banda, Robert Howe, diz que o processo foi feito pelo Pink Floyd porque eles queriam "saber qual era a importância do grupo no contrato", questionando o direito da EMI "de vender faixas individuais que não estão na configuração original dos álbuns do Pink Floyd" e dizendo acreditar que eles estavam "erroneamente explorando" a banda.

O Pink Floyd inicialmente venceu o caso na corte britânica em março, embora a gravadora, que passa por grandes problemas financeiros, tenha recorrido. Entretanto, a Corte de Apelação novamente se colocou ao lado da banda na terça-feira (14). Durante o caso, a maioria das músicas do Pink Floyd ficaram disponíveis individualmente em sites de download de músicas como o iTunes.

O caso também faz parte de uma disputa maior entre a banda e a EMI, uma vez que o músicos alegam que a gravadora deve US$ 15 milhões em royalties de vendas que aconteceram entre 2002 e 2007.

A banda --cujo álbum "Dark Side of the Moon" é um dos mais vendidos de todos os tempos-- assinou o primeiro contrato com a EMI em 1967 e é o segundo artista mais bem sucedido da gravadora depois dos Beatles.

Em fevereiro, a EMI anunciou que havia perdido £1,5 bilhão em 2009.

Da Bang Music, em Londres
Com informações do Uol

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