terça-feira, 24 de maio de 2011

No dia de seu lançamento, "Born This Way" derruba servidores da Amazon


Nesta segunda-feira (23), data oficial do lançamento do álbum "Born This Way", de Lady Gaga, a Amazon fez uma promoção relâmpago disponibilizando o CD completo da cantora por US$ 0,99, preço de uma faixa. Com a promoção, os servidores da empresa não suportaram os acessos e muitos fãs não conseguiram realizar a compra.

Além do álbum, que custa US$ 12,99 na iTunes Store, os fãs que conseguiram acesso ganharam 20GB de espaço na Cloud Drive, novo serviço de armazenamento de músicas da empresa, em que o usuário pode guardar dados na nuvem.

Fonte: Uol

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fergie diz que Black Eyed Peas fará pausa na carreira

Fergie revelou em entrevista que o Black Eyed Peas está planejando fazer uma pausa na carreira antes de lançar um novo álbum de estúdio, afirma o site Gigwise.

"Vamos dar um tempo, ter mais tempo para a vida pessoal", disse a vocalista. Ela diz que quer estar mais próxima do marido, o ator Josh Duhamel.

O trabalho mais recente do Black Eyed Peas, "The Beginning", foi lançado em novembro de 2010.

Fonte: Folha.com

domingo, 15 de maio de 2011

Agenda David Party neste final de semana

O aniversário de 50 anos de Sandra Suely no Clube do Tênis e o casamento de Monalisa e Claudinei no Mediterrâneo, fizeram parte dos eventos realizados por Deejay David e equipe neste final de semana.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ingressos para Rock In Rio 2011 esgotam-se em três dias de venda

Em três dias de vendas, os 600 mil ingressos para a edição 2011 do Rock In Rio já estão esgotados. Segundo a produção informou na noite desta terça-feira (10), 55% dos compradores correspondem a pessoas de fora do Rio de Janeiro. O festival acontece nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 01 e 02 de outubro, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.

As vendas pela internet e nos quiosques montados em três shoppings começaram no sábado (7). Segundo a produção, foram vendidos 90 mil ingressos nas dez primeiras horas --22 mil entradas foram comercializadas apenas na primeira hora.

Na manhã desta terça, as vendas foram abertas no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), na zona norte do Rio, onde se formou uma fila de cerca de 16 mil pessoas. O público esperou por até dez horas para conseguir comprar as entradas.

Além dos shows, o ingresso dá acesso a todas as atividades do evento: roda-gigante, montanha-russa, kabbon, tirolesa, shopping com 30 lojas, Rock Street com shows de jazz, Espaço Moda com desfiles, Eletrônica, Palco Mundo e Sunset.

A edição 2011 do Rock In Rio, de volta ao Rio de Janeiro após edições em Portugal e na Espanha, terá cada dia destinado a um estilo. De Elton John a Katy Perry e Rihanna, passando por Red Hot Chili Peppers, Shakira, Coldplay, Guns N' Roses, Metallica e Slipknot. Entre os artistas brasileiros há gente como Ivete Sangalo, Marcelo D2, Jota Quest, Claudia Leitte, Skank, Pitty e NX Zero.

Acesso à Cidade do Rock

O acesso de carro particular à Cidade do Rock, que sediará o Rock In Rio 2011, será proibido. O público só poderá chegar ao local via transporte público, que terá desembarque próximo à entrada do local, segundo o subsecretário municipal de Transportes do Rio de Janeiro, Carlos Maiolino.

Segundo os organizadores do festival, que deve receber 60 mil pessoas por dia, não haverá bolsões de estacionamento para automóveis particulares nas redondezas, apenas uma entrada específica para veículos com sinalização de portadores de necessidades especiais. "É uma questão da oferta de vagas insuficiente. O transporte público ajuda o evento a reduzir as emissões de carbono e a tornar o evento ecologicamente correto", desse Maiolino.

O subsecretário reconhece as dificuldades ao final do evento. "A saída do festival talvez seja a parte mais crítica, mas haverá ônibus circulares estrategicamente colocados no terminal", declarou. Um linha circular entre a Cidade do Rock e o Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, será criada com cerca de 300 veículos, com saídas de 15 em 15 minutos, entre 8h e 5h do dia seguinte.

Além das dez linhas regulares que passam nas imediações da Cidade do Rock, pontos específicos serão elaborados no Aeroporto Santos Dumont, Aeroporto Internacional, Castelo no centro, rodoviária, além de bairros como Lagoa, Ipanema, Botafogo, Santa Cruz e Campo Grande. Um sistema de simulação de trajetos ficará disponível no site www.vadeonibus.com.br.

Os táxis terão acesso preferencial pela avenida Salvador Allende e poderão desembarcar passageiros próximo a entrada da Cidade do Rock. O acesso ao evento pela Estrada dos Bandeirantes estará cortado e não serão permitidas paradas. O embarque de passageiros, na saída do evento, será feito exclusivamente no terminal de espera na Rua Olof Palme.

Fonte: Uol

Atração no Rock In Rio, Rihanna diz que anunciará novas datas no Brasil

Atração confirmada para o Rock In Rio 2011, Rihanna deve passar por outras cidades com seu show. "E como foi pedido (eu quase fui morta por alguns de vocês) #BRAZILnavy terá a LOUDtour. As datas serão divulgadas em breve. Fiquem ligados", escreveu a cantora, nesta quarta-feira (11), em sua página no Twitter.

Rihanna vem ao Brasil em setembro para o Rock in Rio. Ela se apresenta no Palco Mundo no primeiro dia do evento, 23 daquele mês, dedicado ao pop. Em sua primeira vez no país, ela vai dividir a data com Katy Perry, Elton John e Claudia Leitte, entre outros.

Na última segunda-feira, ela lançou o clipe "California King Bed", em que aparece com uma discreta lingerie cor da pele lamentando o fim de um relacionamento. O clima rômantico da música constrasta com seu clipe anterior, "S&M", que gerou polêmica ao fazer referências ao sadomasoquismo. Em entrevista publicada na "Rolling Stone Brasil", ela declarou ser "um pouco masoquista".

"California King Bed" é o quarto single de "Loud" a ganhar um clipe, após "Only Girl (In The World)", "What's My Name?" e "S&M". O álbum foi lançado no final do ano passado e tem participações dos cantores Eminem, Drake e Nicki Minaj.

Fonte:Uol

30 anos sem Bob Marley: como surgiram e onde estão hoje as bandeiras levantadas pelo músico

Bob Marley, nascido Robert Nesta Marley e batizado Berhane Selassie pela Igreja Etíope Ortodoxa seis meses antes de sua morte, era uma força musical, política e religiosa.

Em seus 36 anos de vida e 20 de carreira, o compositor e cantor fez mais do que qualquer outro para levar a musicalidade jamaicana do reggae ao reconhecimento internacional, plantando suas ideias e visões nas canções, espalhando sua espiritualidade através da arte, angariando fiéis e criando estéticas.

Esta quarta-feira (11) completa-se 30 anos de sua morte. Saiba como surgiram e como estão hoje as principais ideias que Bob Marley pregava:

O MOVIMENTO RASTAFÁRI

Hoje somando mais de um milhão de seguidores pelo mundo, além de representar cerca de 5% da população da Jamaica, o Movimento Rastafári se caracteriza mais como uma ideologia do que uma religião organizada. Nascido em fins da década de 20, a partir das ideias de pan-africanismo e de volta do povo negro às raízes africanas propagadas pelo ativista e religioso Marcus Garvey, o movimento Rasta via no Imperador da Etiópia Haile Selassie --ou Ras Tafari Makonnen-- a reencarnação de Jah, como chamam a Deus.

A irmandade, comunhão com a natureza, interpretação própria da Bíblia, a força dos negros africanos e o uso de maconha --a "erva da sabedoria"-- para fins espirituais estão entre as características do movimento Rasta e consequentemente das mensagens da música de Bob Marley, ecoando até hoje entre seus seguidores.

MACONHA

Há milhares de anos as propriedades da planta Cannabis sativa são cultivadas no mundo: da fibra natural do cânhamo para produzir roupas e papéis até as propriedades calmantes e alucinógenas da maconha para efeitos analgésicos ou uso recreativo. Para Bob Marley, que costumava repetir que não se pode dizer a Jah que uma planta que ele criou é ilegal, a marijuana, ou kaya, ou ganja, era mais: elemento de uso ritualístico e espiritual. Para a cultura Rasta, o consumo de maconha é uma maneira de buscar comunhão com a natureza e se aproximar de Jah. Na via contrária, desde o começo do século 20, a cannabis se tornou amplamente ilegal pelo planeta, apesar de ser a substância ilícita mais usada no mundo, segundo as Nações Unidas.

Na história da música pop, mais músicos do que seria possível contabilizar cantaram a planta, dos Beatles ao africano Fela Kuti, passando por Ben Harper, Sublime, Willie Nelson, Cab Calloway e, no Brasil, Marcelo D2, desde os tempos de sua banda Planet Hemp, e mais recentemente cantando Bezerra da Silva, outro advogador da causa. A discussão sobre a legalização da droga é hoje uma tendência mundial e, apesar do uso ainda ser proibido em muitos países, lugares como Alemanha e Holanda encaram o assunto com leveza, além de em mais de dez estados americanos a maconha ser descriminalizada ou permitida para uso medicinal.

OS DREADS

Os cabelos trançados em mechas, formando longos tufos enrolados, são uma tradição milenar. Desde o Egito Antigo, passando por inúmeros povos e culturas, com diferentes significados e funções estéticas, os dreadlocks são símbolos de orgulho racial, manifestação política e afirmação espiritual. Quando os Rastas começaram a usá-los como amostra e poder de sua crença, os dreads se tornaram mundialmente uma assinatura visual, um conceito religioso, um ícone pop, ideológico e comportamental contemporâneo. Mais do que identificação imediata com um estilo musical, é a definição de um estilo de vida.

Além de ser um estilo tradicional da cultura negra, no Brasil os dreads podem ser feitos em cabeleireiros tipicamente black, mas também são opção comum em salões de classe média com preços de R$ 300 a R$ 800, e tempo de produção de 5 a 12 horas. Ana Paula Tabalipa, Daniela Mercury, Felipe Dylon e Marcelo Falcão, d'O Rappa, são representantes do uso do estilo recentemente no país. Gilberto Gil os cultiva há dez anos.

REGGAE

Com seu ritmo próprio, suas dinâmicas particulares e seu universo temático, o reggae partiu de suas influências do jazz e do soul americano para criar uma linguagem única, desenvolvida por músicos jamaicanos a partir dos anos 60. Inicialmente surgido como uma evolução mais lenta de ritmos como ska e rocksteady, o reggae acompanhou seu maior expoente, Bob Marley, na expansão por todo o mundo. Se hoje em dia aderir ao estilo significa quase cantar sobre Jah, louvar a volta às raízes e assumir a influência da cannabis, o ritmo hipnótico, andamento lento, fortes linhas de baixo e batida no contratempo são elementos musicais universalmente reconhecidos.

O reggae é uma opção musical e comportamental rica. No Brasil há uma forte cena dedicada ao estilo, com nomes como Edson Gomes, Tribo de Jah, Ponto de Equilíbrio e Planta e Raiz, além de Gilberto Gil, que em em 2001 chegou a viajar a Jamaica para gravar disco dedicado a Bob Marley. A cada dia surgem novos nomes, a cada disco mostram-se novas possibilidades, a cada canção o estilo se amplia. O dub, espécie de variação instrumental e mais experimental do gênero, é também cada vez mais aceito e tocado, representado no Brasil por nomes como Buguinha Dub e Rockers Control.

Por Ronaldo Evangelista
Fonte: Uol

terça-feira, 10 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Duran Duran faz 30 anos

Este é um ano promissor para o Duran Duran, ainda que a banda esteja fazendo o possível para minimizar o fato. 2011 marca o 30º aniversário do álbum de estreia do grupo britânico, um esforço platinado que lançou uma carreira com vendas de mais de 100 milhões de discos em todo o mundo e 21 músicas na parada norte-americana de singles.

Mas não espere retrospectivas elaboradas. Os integrantes do Duran Duran estão mais interessados em seu novo álbum, "All You Need Is Now", do que nas coisas que vieram antes. "Já faz tanto tempo que não precisamos mais nos concentrar nisso”, diz Nick Rhodes, o tecladista de 48 anos. "Sempre há um aniversário, não é? É mais provável que celebremos o 33º aniversário do que nosso 30º. Não importa depois de algum tempo".

O baixista John Taylor concorda. "Acho que, como há um astral muito bom em torno deste novo álbum, não parece haver a necessidade [de comemoração]. Ninguém está animado para explorar esse lance do 30º aniversário. Não tem apelo para nenhum de nós. É como quando as pessoas dizem: 'ele está muito bem para 50 anos'. É uma espécie de elogio irônico. Que bom que ainda estamos juntos após 30 anos".

Mas o passado do Duran Duran definitivamente faz parte de "All You Need Is Now", o 13º álbum de estúdio do grupo e o primeiro desde "Red Carpet Massacre" (2007), com relançamentos expandidos dos primeiros álbuns e uma velha gravação ao vivo lançada durante todo esse tempo.

O disco mais moderno do Duran Duran

As 14 canções de "All You Need Is Now" --produzidas pelo atual criador de sucessos Mark Ronson, que também produz Adele, Nas e Amy Winehouse-- foram compostas no mesmo molde estilístico que o grupo introduziu em 1981, combinando elementos de dance music com sabores de rock, melodias pop e refrões ascendentes. A sonoridade é claramente moderna, mas ao mesmo tempo familiar para qualquer um que foi, ou é, fã do Duran Duran há três décadas.

E isso, diz Taylor, foi obra de Ronson. "Somos o tipo de banda obcecada em ser moderna", diz o baixista de 50 anos, que co-fundou o grupo em 1978 em Birmingham, na Inglaterra, ao lado de Rhodes, do vocalista Simon Le Bon e do baterista Roger Taylor, com o qual não tem parentesco. "Se temos um manifesto, é nunca nos repetirmos e sermos modernos o tempo todo... o que é exaustivo", reconhece.

Segundo Taylor, Mark disse que eles não precisariam atualizar a banda nem fazer nada novo. "Muita gente disse que Mark estava tentando fazer uma sequência para 'Rio', mas eu acho que, na verdade, ele nos fez ver que não precisávamos olhar fora de nós mesmos neste álbum", conta.

Rhodes hesita em colocar qualquer rótulo retrô neste projeto. "É bem contemporâneo para uma banda que já está junta há três décadas", ele insiste. "Ainda temos a curiosidade pela exploração e o desejo de sermos musicalmente não convencionais. Isso é o que mais nos empolga. Talvez aqueles primeiros álbuns sejam um modelo para o manifesto deste, mas ao fazê-lo conseguimos fechar o círculo e fazer algo que provavelmente é o álbum mais moderno que gravamos em anos".

Fãs antigamente ignorados

Deixando o mundo das grandes gravadoras, o Duran Duran lançou "All You Need Is Now" por seu próprio selo, Tapemodern, em associação com o selo Allido de Ronson e com distribuição de uma empresa independente norte-americana, a S-Curve. Uma versão com nove canções foi lançada antes do Natal. A faixa título foi oferecida como download gratuito, com quase meio milhão de fãs aproveitando a oferta, enquanto a versão física do álbum saiu em março e estreou no 29º lugar na parada de álbuns mais vendidos nos EUA.

"Neste álbum, decidimos que realmente queríamos deixar nossos fãs empolgados, e não meio que ignorá-los", diz Taylor. "Eu acho que no passado nós tínhamos como garantidos os nossos fãs. Geralmente dizíamos: 'ah, os fãs vão aceitar. Como vamos atingir o público mais amplo?' Desta vez foi tudo voltado para nossos fãs e como revigorá-los com as músicas novas".

Isso também incluiu um amplo uso de redes sociais como Facebook e Twitter para promover o álbum, assim como apresentações no festival texano South By Southwest deste ano e em um episódio da série de concertos online "Unstaged" da American Express, que os associou com o cineasta David Lynch.

"Isso é muito bom para qualquer artista, quando seu público sente essa conexão", diz Taylor. "Quando 'Red Carpet Massacre' saiu, nos sentimos muito solitários. Todo mundo no meio musical estava deprimido. Ninguém sabia como chegar ao seu público. Nós não sabíamos como chegar ao nosso público. Tem sido ótimo e você sente não apenas que está de volta, mas que há um público lá fora que também está superempolgado".

*Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan
The New York Times Sindycate
Tradutor: George El Khouri Andolfato

CPM 22 lança CD mais maduro após pausa de quatro anos


Não é exagero dizer que, sem o CPM 22, provavelmente não existiria o Restart. Formada em 1995, a banda foi a primeira a ganhar destaque no Brasil com o emocore ou emo, vertente do hardcore melódico com letras românticas, com o CD de estreia, A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum, em 2000. Onze anos depois, eles lançam seu sexto disco, Depois de um Longo Inverno, após uma pausa de quatro anos, quando deixaram a gravadora Arsenal.

"Demorou um pouco, mas foi o tempo certo para reformular ideias", diz o guitarrista Luciano Garcia, que forma o CPM ao lado de Badauí (vocal), Fernando (baixo) e Japinha (bateria). "A gente queria dar um salto musical. Por isso, o CD tem outros instrumentos, outros músicos, só cara de primeira linha", elogia.

Participam do disco Maurício Takara (vibrafone), Fernando Bastos, Paulinho Viveiro e Tiquinho (metais), Patricia Ribeiro (violoncelo), Daniel Ganjaman (arranjos de órgão Hammond, piano e de metais) e Neli Giogi e Phil Fargnoli (backing vocals). Chamam atenção a influência do ska e a mudança na temática das músicas. "Faz parte, por estarmos mais velhos (eles têm entre 31 e 38 anos). Tem letras sobre família, futuro, planos", descreve Luciano, lembrando que apenas Japinha está solteiro.

Ele reconhece a influência do CPM 22 sobre bandas que fazem sucesso hoje, mas lamenta alguns aspectos. "O som que a gente fazia não era novo: tinha Millencolin, No Use For a Name, NO FX, onde o CPM sempre bebeu. Acho natural, mas hoje parece que as bandas são uma cópia da outra. Falta identidade. Nos anos 80 e 90, os grupos de rock eram diferentes entre si. Hoje eu vejo foto, ouço a banda e não sei quem é quem", critica.

Por Kamille Viola
Foto: Fred Pontes
Fonte: Terra