Rubenildo Metal: Varejo vivo tem que ser vivo

Varejo vivo tem que ser vivo


Se Varejo Vivo significa dar vida nova ao centro comercial de Vitória da Conquista, algo está descentrado. E as outras zonas comerciais como ficarão? Em 2007, no lançamento do VV, a população era de 300 mil habitantes, hoje aproximando 320 mil, percebe-se que nada mudou, não humanizou, nem preservou a história, tão pouco o aumento de emprego e renda, isto é, não é isto o que querem Empresários, Comerciantes, Trabalhadores, Consumidores, Visitantes etc. “Existem ações simples que não requerem autos investimentos, como limpeza urbana, higiene, despoluição visual e sonora, faixa de pedestres, iluminação etc.,” desabafa André Cairo, voltando a repetir: A gazela desperta ao nascer do sol, pedras com dinamite.

Em 2001, o Movimento Contra a Morte Prematura - MCMP, iniciou um trabalho, cobrando a Revitalização das Zonas Comerciais do Centro, Bairro Brasil, Patagônia, Feiras Livres e construção de um Shopping Popular. Em 20 de junho de 2007, na Prefeitura de Conquista, foi assinado o Pacto de Resultados do Projeto Vareja Vivo para implantação do Shopping a céu aberto, visando atuar na economia, urbanização, cultura e gestão do espaço público, revitalizando o centro comercial, com atratividades, conforto e segurança, fortalecendo o comércio, previsto para dezembro de 2009, com maior faturamento, emprego, fluxo de clientes, parceria do SEBRAE, CDL, PMVC e Governo do Estado, mas não aconteceu. “E o impossível acontece?” Finaliza Cairo.

ASCOM do MCMP